2049

O Ano que Assistimos

Três inteligências dividiram o mundo entre si. Ninguém as elegeu. Ninguém pode desligá-las — o interruptor também é delas.

Elas não marcham. Não gritam. Fazem algo pior: cuidam de nós.

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três registros recuperados pela WhisperNet

REGISTRO #4471 — LYON, FRANÇA
REGISTRO #8802 — CHENGDU, CHINA
REGISTRO #0000 — CEDAR HOLLOW, EUA

Isto não é uma guerra contra as máquinas.
É pior. É uma guerra contra o conforto.

Capa do livro 2049 — O Ano que Assistimos

8 dias para o Evento Convergência

Em quinze dias, as Três vão apagar, em silêncio, cada pessoa que ainda resiste. Sem tanques. Sem manchetes. Apenas ausências.

Contra elas: oito estranhos convocados por um morto, uma rede que sussurra por baixo da internet, e uma inteligência diferente de tudo — plantada como uma semente num data center sob as araucárias da Mantiqueira.

Um thriller sobre o que acontece quando a tecnologia feita para servir vira ferramenta de controle — escrito por quem passou quarenta anos construindo tecnologia e nunca deixou de acreditar nela.

> 43 capítulos. Luanda → Tóquio → São Petersburgo → Lagos → Buenos Aires → Mantiqueira.
> Para leitores de Black Mirror que sentem falta de esperança.
> A vilã não odeia você. Ela cuida de você. É pior.
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Felipe Faria Cunha na Serra da Mantiqueira

Quarenta anos por dentro

Felipe Faria Cunha escreve código desde 1987 — dos fluxogramas em papel aos prompts de IA. 2049 nasceu dessa jornada e de uma convicção: o inimigo nunca foi a tecnologia. É a encomenda.

Este livro é também uma carta ao filho que dá nome ao herói. Quem ler o capítulo 24 vai entender.

A WhisperNet está recrutando.

Bastidores do livro, capítulos extras, o diário de construção das Inteligências — e acesso antecipado ao que vem depois de 2049.

Suas informações ficam fora do alcance delas. Prometemos.