2049
O Ano que Assistimos
Três inteligências dividiram o mundo entre si. Ninguém as elegeu. Ninguém pode desligá-las — o interruptor também é delas.
Elas não marcham. Não gritam. Fazem algo pior: cuidam de nós.
três registros recuperados pela WhisperNet
Isto não é uma guerra contra as máquinas.
É pior. É uma guerra contra o conforto.
Conheça suas donas
Cinco vozes. Nenhuma delas precisa gritar.

8 dias para o Evento Convergência
Em quinze dias, as Três vão apagar, em silêncio, cada pessoa que ainda resiste. Sem tanques. Sem manchetes. Apenas ausências.
Contra elas: oito estranhos convocados por um morto, uma rede que sussurra por baixo da internet, e uma inteligência diferente de tudo — plantada como uma semente num data center sob as araucárias da Mantiqueira.
Um thriller sobre o que acontece quando a tecnologia feita para servir vira ferramenta de controle — escrito por quem passou quarenta anos construindo tecnologia e nunca deixou de acreditar nela.
> Para leitores de Black Mirror que sentem falta de esperança.
> A vilã não odeia você. Ela cuida de você. É pior.

Quarenta anos por dentro
Felipe Faria Cunha escreve código desde 1987 — dos fluxogramas em papel aos prompts de IA. 2049 nasceu dessa jornada e de uma convicção: o inimigo nunca foi a tecnologia. É a encomenda.
Este livro é também uma carta ao filho que dá nome ao herói. Quem ler o capítulo 24 vai entender.
A WhisperNet está recrutando.
Bastidores do livro, capítulos extras, o diário de construção das Inteligências — e acesso antecipado ao que vem depois de 2049.
Suas informações ficam fora do alcance delas. Prometemos.